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Cirurgia Refrativa: Por que a indicação vai muito além do grau dos óculos?

A promessa de reduzir ou até eliminar a dependência dos óculos e lentes de contato torna a cirurgia refrativa um dos procedimentos mais procurados na oftalmologia. No entanto, ao contrário do que muitos pensam, ter miopia, astigmatismo ou hipermetropia não é o único requisito para operar: nem todo mundo é candidato ao procedimento, e entender essa indicação é a maior garantia da sua segurança visual.

O que determina se você pode fazer a cirurgia refrativa?

A indicação cirúrgica não se resume à receita emitida pelo optometrista ou oftalmologista. Ela depende de um conjunto rigoroso de fatores anatômicos, fisiológicos e de estilo de vida:

  • Espessura e curvatura da córnea: Como o laser remodela a estrutura transparente do olho para corrigir o foco, é indispensável que a córnea tenha espessura suficiente e formato regular. Córneas muito finas ou com alterações de curvatura podem inviabilizar o procedimento.
  • Estabilidade do grau: É necessário que a refração esteja estável por, pelo menos, 12 meses. Operar com o grau em mudança pode fazer com que a visão volte a embaçar no futuro.
  • Saúde da superfície ocular: Condições como síndrome do olho seco severo, ceratocone, glaucoma ou inflamações ativas precisam ser diagnosticadas e tratadas previamente.
  • Idade e saúde sistêmica: O paciente deve ter pelo menos 18 anos (fase em que o desenvolvimento ocular se estabiliza) e não apresentar doenças autoimunes descompensadas que comprometam a cicatrização.
  • Sua rotina e estilo de vida: Atividades profissionais, hábitos de leitura e a prática de esportes de contato influenciam na escolha da melhor abordagem.

A importância da avaliação pré-operatória detalhada

A consulta pré-operatória existe para responder a duas perguntas centrais: você pode fazer a cirurgia com segurança? e qual técnica (como LASIK ou PRK) entrega o melhor resultado para o seu caso?

No COE, essa análise é feita por meio de exames corneanos e oculares de alta precisão (como paquimetria, topografia/tomografia de córnea e mapeamento de retina), combinados com uma conversa aberta e transparente sobre os resultados esperados.

Segurança em primeiro lugar

Quando a cirurgia refrativa é bem indicada, a taxa de satisfação e o ganho em qualidade de vida são altíssimos. Contudo, saber quando não indicar o procedimento é o compromisso ético mais valioso de uma equipe médica para preservar a integridade dos seus olhos a longo prazo.

No COE, combinamos tecnologia diagnóstica avançada e corpo clínico especializado para avaliar o seu caso com total responsabilidade.

Quer descobrir se a cirurgia refrativa é indicada para você? Tire suas dúvidas e agende sua avaliação pré-operatória com a equipe do COE.